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3,00€
80 ANOS 80 YEARS ANIKI-BÓBÓ
Local: FUNDAÇÃO DE SERRALVES - AUDITÓRIO
Data(s): De 2 de novembro de 2022 - 19:00:00   a   18 de dezembro de 2022 - 19:00:00
Preço: 3 €
Duração: 120 Minutos
Classificação: M/12
Promotor: FUNDAÇÃO DE SERRALVES

A 18 de dezembro de 1942, estreava no Cinema Éden, em Lisboa, Aniki-Bóbó, a primeira longa-metragem de Manoel de Oliveira. O filme não teve a receção que se esperava, nem por parte de alguma crítica (que o considerou subversivo), nem por parte do público (que afluiu escassamente às salas para o ver), o que fez com que o realizador ficasse catorze anos sem filmar. De facto, só em 1956 conseguiria realizar o documentário O Pintor e a Cidade e seriam necessárias três décadas para voltar às longas de ficção, com O Passado e o Presente, estreado em 1972. Entretanto, Aniki-Bóbó adquiriu o estatuto de “clássico”, tendo-se tornado no mais acarinhado e popularizado dos filmes de Oliveira. Isso terá resultado, em grande medida, da trama infantil que adapta o conto de Rodrigues de Freitas, "Os Meninos Milionários", e da escolha dos atores-crianças que o protagonizam.
Em 2022 celebram-se, portanto, os 80 anos dessa estreia. Para assinalar a data, a Casa do Cinema Manoel de Oliveira apresenta uma exposição documental no foyer do seu auditório, a partir do acervo do realizador, onde se darão a ver documentos de trabalho e de divulgação relacionados com o filme. Paralelamente, propõe-se ainda um ciclo de conversas em torno do legado histórico e estético de Aniki-Bóbó (com a participação de historiadores, escritores e cinéfilos de diferentes áreas) e um ciclo de cinema que pretende estabelecer relações entre esse filme seminal da obra de Manoel de Oliveira e a sua obra posterior, bem como averiguar referências e ecos temáticos com outros autores, colocando-o igualmente em diálogo com o cinema mundial. No dia do aniversário, a 18 de dezembro, será apresentada uma sessão especial do filme.


CONFIGURAÇÃO

A 18 de dezembro de 1942, estreava no Cinema Éden, em Lisboa, Aniki-Bóbó, a primeira longa-metragem de Manoel de Oliveira. O filme não teve a receção que se esperava, nem por parte de alguma crítica (que o considerou subversivo), nem por parte do público (que afluiu escassamente às salas para o ver), o que fez com que o realizador ficasse catorze anos sem filmar. De facto, só em 1956 conseguiria realizar o documentário O Pintor e a Cidade e seriam necessárias três décadas para voltar às longas de ficção, com O Passado e o Presente, estreado em 1972. Entretanto, Aniki-Bóbó adquiriu o estatuto de “clássico”, tendo-se tornado no mais acarinhado e popularizado dos filmes de Oliveira. Isso terá resultado, em grande medida, da trama infantil que adapta o conto de Rodrigues de Freitas, "Os Meninos Milionários", e da escolha dos atores-crianças que o protagonizam.

Em 2022 celebram-se, portanto, os 80 anos dessa estreia. Para assinalar a data, a Casa do Cinema Manoel de Oliveira apresenta uma exposição documental no foyer do seu auditório, a partir do acervo do realizador, onde se darão a ver documentos de trabalho e de divulgação relacionados com o filme. Paralelamente, propõe-se ainda um ciclo de conversas em torno do legado histórico e estético de Aniki-Bóbó (com a participação de historiadores, escritores e cinéfilos de diferentes áreas) e um ciclo de cinema que pretende estabelecer relações entre esse filme seminal da obra de Manoel de Oliveira e a sua obra posterior, bem como averiguar referências e ecos temáticos com outros autores, colocando-o igualmente em diálogo com o cinema mundial. No dia do aniversário, a 18 de dezembro, será apresentada uma sessão especial do filme.




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